MÚSICA SERTANEJA – Ouvia Tonico e Tinoco e outros artistas. Decorei mais de 500 letras e cantava na roça, colhendo café, algodão, milho e tantas outras lavouras. Meu pai – Pompílio Brito -, me inspirava, pois ele cantava também algumas músicas. Lembro-me de ‘Ferreirinha’, de Zé Carreiro e Carreirinho. Mais tarde, eu cantava em dueto com meus irmãos, José e Geová. O nome de nossa dupla era “Flor do Campo e Flor da Praia”.








