RELAÇÃO COM O MEU PAI – Meus Deus, quanta saudade do meu velho pai! Ele era tudo prá mim. Um pai desprovido de recursos financeiros, mas admirável. Nossa comunicação era tão eficiente, sendo franca a nossa conversa no dia a dia. Nossa convivência era respeitosa e amiga. Era tão boa a nossa convivência que, ainda hoje, após a sua partida, eu não consigo esquecer o seu jeito de ser. No leito de dor, acometido por um AVC, ele me olhava com mito carinho e, para retribuir, eu pegava a viola e lhe dedicava alguns acordes. Isso fazia meu pai sorrir, pois ele gostava de moda sertaneja. Ele sorria de tanta felicidade.








