CONHECENDO A VOVÓ
Conheci a futura esposa, a vovó de hoje, no ano de 1971, na cidade de Japorã, no antigo Mato Grosso. Enquanto eu passava o tempo numa farmácia, a morena passava me olhando. Certa vez, sem querer nos aproximamos um do outro e trocamos algumas conversas. Começou, então, por alguns olhares, o interesse um pelo outro. Algumas pessoas, os ‘alcoviteiros’ ajudavam nessa empreitada e tudo ia se ajeitando. Sofri muito, depois disso, enfrentando o ‘areião’ que ficava próximo à casa dela. A gente ficava debaixo de uma árvore, num banquinho e ali jogávamos conversa fora. A caçulinha Marta enchia o saco, enquanto a gente namorava. Os pais e os outros irmãos ficavam longe de nós, dentro da velha casa de madeira. Pedido de casamento veio logo a seguir, sem cerimônia e de forma direta, quando o velho HB, ‘muito chato’, não teve tempo para dizer não. O casamento foi no mesmo ano de 1971, no dia 11 de setembro, no pátio da Escola General Jaul.








