Cada pessoa, em sua vida quotidiana, enfrenta provas físicas ou mentais mais ou menos graves e mais ou menos duradouras. Diante dessa evidência, são possíveis duas atitudes: ou considerar que em nada o indivíduo é responsável pelas provas, sendo inevitável o sofrimento que delas resulta; ou pode haver consciência com maior ou menor evolução, e assim, a pessoa pode agir para atenuá-la, ou até mesmo neutralizá-la. É impossível ao ser humano permanecer sem agir, visto que certas ações têm caráter obrigatório. Os frutos da ação não devem ser desejados por ninguém.








