O rei de Israel e Josafá, rei de Judá, marcharam contra Ramote de Galaade. O rei de Israel disse a Josafá: “Vou disfarçar-me para entrar no combate, mas quanto a ti, veste-te com tuas roupas.” O rei de Israel disfarçou-se e foi para o combate. O rei de Aram dera esta ordem a seus comandantes de carros: “Não atacareis nem pequeno nem grande, mas somente o rei de Israel.” Quando os comandantes de carros viram Josafá, disseram: “O rei de Israel é ele”, e concentraram sobre ele o combate; mas Josafá lançou seu grito de guerra e, quando os comandantes de carros viram que não era ele o rei de Israel, deixaram de persegui-lo. Ora, um homem atirou com seu arco, ao acaso, e atingiu o rei de Israel numa brecha da couraça. E este disse ao condutor de seu carro: “Volta e faze-me sair da batalha, pois me sinto mal.” Mas o combate se tornou mais violento naquele dia; mantiveram o rei de pé sobre seu carro diante dos arameus, e pela tarde ele morreu. O sangue de sua ferida escorria no fundo do carro. Ao pôr-do-sol, um grito percorreu o acampamento: “Volte cada um para sua cidade e cada um para sua terra. O rei está morto!” Foi transportado para Samaria e lá sepultado. Lavaram o carro na piscina de Samaria; os cães lamberam o sangue e as prostitutas ali se banharam, conforme a palavra que Iahweh pronunciara.








