A vaidade dos humanos é muito grande, ocupando sempre espaço considerável na vida de cada um. Paulo fez séria advertência sobre os perigos da vaidade e do orgulho, referindo-se aos coríntios em seu tempo. Com respeito às aflições e tribulações do dia a dia, o apóstolo recomenda: “… ainda que o nosso homem exterior se corrompa; o interior, contudo, se renova a cada novo dia.” E continua orientando: “porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno, de glória excelente; não nos preocupando com as coisas que podemos ver. Estas, são temporais; porém, as coisas que não vemos, são eternas. Nada acontece por acaso. Portanto, o apego aos bens materiais e tantos outros problemas da jornada terrestre, devem ser utilizados para reflexão e aprendizado dos filhos do Altíssimo. O que acontece negativamente na vida de quem serve a Deus, nada mais é que reflexo de sua conduta, alguns desvios da atenção, no contexto de CAUSA E EFEITO ou de AÇÃO E REAÇÃO. Pela desobediência, ou mesmo ferindo as leis naturais, a Lei do Carma será aplicada, na medida exata, pela Justiça Divina.








