Nenhum poder extraordinário existe no ato de Imposição de Mãos, mas ao ser ministrado a quem realmente necessite, é necessário que haja pureza de intenção e ausência de protagonismo, exercendo a fé e o amor, além da simplicidade. Não é recomendável que sufoque o penitente, como costumam fazer em alguns cultos, sem base nas Escrituras. É preciso disciplina quando for feita a imposição de mãos, seja por ministros autorizados ou por pessoas leigas. Ninguém pode subjugar o servo, obrigando-o a aceitar esta prática, visto que nada pode ser feito à força, e sim, mediante a vontade manifesta de quem vai receber o benefício.








