Quando os humanos respeitarem a lei do amor, “amar ao próximo como a si mesmo”, estarão fartos de justiça, porque ela reinará em toda a Terra como resultado desse comportamento fraterno. Os misericordiosos alcançarão misericórdia, visto que a misericórdia compreende não apenas o perdão às ofensas, mas principalmente o seu esquecimento. É certo que as pessoas pouco evoluídas costumam abandonar tão fácil a prática do amor fraternal, que o Mestre Jesus tanto ensinou. Ele disse a Pedro que o perdão deve ser exercido sempre, “até setenta vezes sete”, e não sete como antigamente.







