Havia uma porta no Templo de Jerusalém chamada “Formosa”, que em grego significa “algo que floresce abundantemente na estação certa”. Não era uma porta como outra qualquer, era uma porta enorme, tinha cerca de vinte e cinco metros de altura, ou cinquenta côvados e era adornada com maior riqueza. Era toda de um bronze especial da cidade de Corinto e tinha um brilho intenso.
A Porta Formosa dava acesso ao pátio onde ficavam as mulheres e era costume que os mendigos e os mais necessitados ficassem naquela porta para conseguir esmolas. Aquela era a porta da miséria humana, mas Deus estava para mudar o sentido, a definição e a história da Porta Formosa do templo de Jerusalém.
Um dia Pedro e João subiram juntos ao Templo por volta das três horas da tarde, a hora nona para os judeus. Havia um homem que nasceu coxo e todos os dias era trazido ao templo, mais especificamente à Porta Formosa, para pedir esmolas aos que entravam no templo
Pedro olhando para o coxo disse: “Não tenho prata nem ouro; mas o que tenho isso te dou. Em nome de Jesus Cristo, o Nazareno, levanta-te e anda.” (Atos 3:6). Em seguida Pedro tomou o homem pela mão direita e o levantou. Imediatamente seus pés e artelhos se firmaram, voltaram ao normal. O milagre aconteceu diante dos olhos espantados do ex-coxo, de Pedro e João e de todos os que estavam perto que se maravilharam com o milagre.








