Partindo do princípio ‘elementar’ da evangelização do mundo, recomendada nos evangelhos e amplamente praticada na Igreja Primitiva, há que se ‘destacar’ a premente necessidade de levar a boa nova às pessoas, em ‘tempo e fora de tempo’, em todos os lugares. No entanto, na atualidade, surgiu, com mais precisão, o desejo ‘missionário’, e assim, a evangelização urbana fez-se importante e muito necessária para ‘alcançar’ as almas e ‘expandir’ o reino de Deus.
Então, para que as coisas possam ‘acontecer’ com mais eficácia e com resultados práticos, a Igreja tem algumas ‘prioridades’ para desenvolver o seu projeto, em todos os campos de atuação. Desta forma, o PLANEJAMENTO deve ser realizado, para obter sucesso. Existem muitas maneiras para se ‘planejar’, as etapas e desdobramentos. Se noutras ‘organizações’ humanas, é importante o planejamento, na Igreja torna-se ‘imprescindível’.
O QUE É PLANEJAMENTO. No contexto do livro-texto, “Planejamento é a ‘estruturação’ de um ‘processo decisório’ , partindo das respostas às perguntas. A partir de palavras-chave, nas perguntas feitas, surge o ‘planejamento’ para as ações da Igreja. As palavras mágicas ‘O que’, ‘qual’, ‘quem’, ‘como’, ‘quanto’, e ‘onde’, podem ‘definir’ o bom planejamento.
Na 1ª Dimensão do planejamento, a visualização do barro ‘Vila Nova’, na cidade de Mundo Novo, implantando um sistema de ‘evangelização urbana’, atendendo ao quesito ‘o que’, com a pergunta: O QUE ANUNCAR NUM BAIRRO TÃO POBRE? A resposta é simples: o evangelho do reino deverá ser ‘levado’ em todos os Continentes, e o bairro visualizado é carente da mensagem crística. Então, o que fazer na ‘Vila Nova’, que vive em extrema pobreza? Anunciar aos pobres o ‘reino de Deus’, que está próximo. O planejamento aqui deve seguir a orientação apostólica, e do próprio Filho de Deus, no sentido de ‘repartir’ com os pobres a ‘graça revelada’ à humanidade, e principalmente aos ‘pobres’ da Terra.
EVANGELIZAR, SEMPRE! É possível na 2ª Dimensão do planejamento, pela palavrinha ‘qual’, estabelecer os princípios que norteiam a ‘evangelização urbana’, ‘elencando’ a expressão ‘necessidade imperiosa’, que é a evangelização da ‘Vila Nova’. Existe uma necessidade, que é imperiosa, no sentido de levar a ‘mensagem’ salvifica aos povos. As pessoas que vivem nesse bairro precisam ser alcançadas pela Igreja, que tem em seu ‘bojo’, o propósito de evangelizar.
ENCOJAJAR OS MENSAGEIROS. É missão da Igreja levar a mensagem ‘sacrossanta’ às pessoas, e assim, os moradores do bairro ‘Vila Nova’ são chamados ao arrependimento. A graça há de se manifestar, por meio da Palavra de Deus, revestida de Poder.
AJUDAR EM ORAÇÃO. É preciso confiar na ‘misericórdia’ de Deus, mas a Igreja deve permanecer em ração, intercedendo pela Comunidade e pelos que anunciam as boas novas de salvação. Evangelizando, encorajando e orando. Os resultados virão!
Quando, na 3ª Dimensão do planejamento, deve ‘apontar’ o tempo ‘sobremodo’ oportuno, no sentido de ‘resgatar’, se possível, todos os moradores do bairro citado. Assim, o prazo estipulado para ‘evangelizar’ as famílias da Vila Nova, deve ser de aproximadamente, seis meses, levando-se em conta, o índice populacional do bairro, em torno de três mil pessoas. O projeto ‘Evangelização Urbana’ é grandioso e a necessidade é premente para alcançar as almas, mas os trabalhadores são poucos. Diante dessa ‘premissa’, o prazo aqui parece ser ‘’ ‘demasiadamente curto’, para uma ação eficaz.
No contexto da 4ª Dimensão do planejamento, com a palavra ‘onde’ em epígrafe, Já declinado o bairro para a ‘ação planejada’, é necessário ‘declinar’ que a ‘evangelização urbana’ deve ser conduzida, efetivamente, pelo departamento de ‘evangelismo’ da Igreja, com a cooperação do ‘presbitério’, que tem o ‘objetivo’ de amp0liar as bases da fé cristã na cidade, dando sequência ao projeto, evangelizando a população da Vila Nova, esse bairro histórico de Mundo Novo.
Finalmente, na 5ª Dimensão do planejamento, ‘como’ será desenvolvido este ambicioso ‘projeto’ de evangelização? O grupo de ‘irmãos’, sob a coordenação de líderes ‘experientes’, estará ‘munido’ de material de evangelismo de campo, como ‘folhetos’ e ‘porções’ do Novo Testamento, para facilitar o ‘acesso’ às pessoas em seus domicílios. A Igreja exercerá papel importante, sendo a principal ‘fonte’ de captação de recursos para o aludido projeto. Desta maneira, os ‘evangelistas’ terão mais oportunidade de ‘abrir’ um diálogo sobre a Palavra de Deus.
Referencias Bibliográficas
CRUZ, Valberto da & Ramos, Fabiana. Pequenos Grupos – para a igreja crescer integralmente. Viçosa, MG: Editora Ultimato, 2007.
BARRO, Jorge Henrique. Ações Pastorais da Igreja Com a Cidade. Londrina, PR: Editora Descoberta, 2000.
____________________. De Cidade em Cidade – Elementos para uma teologia bíblica de missão urbana em Lucas-Atos. Londrina, PR: Editora Descoberta, 2002.
LINTHICUM, Roberto. A transformação da cidade. Belo Horizonte, Missão Editora, 1990.
A Evangelização urbana e suas estratégias. I – Estratégias urbanas de evangelismo. 1. A estratégia de Jonas. 2. A estratégia do pentecostes. 3. A estratégia dos pioneiros. II – Os desafios da evangelização urbana. 1. Incredulidade e perseguição. 2. Enfermos. 3. Endemoninhados. III – Como fazer evangelismo urbano. 1. Treinamento da equipe. 2. Estabelecimento de postos-chaves. 3. Acompanhamento do trabalho. Editora CPAD. Rio de Janeiro – RJ. 3° Trimestre de 2016.
FERREIRA, Damy. Evangelismo Total; um manual prático para o terceiro milênio. 4. edição revista e ampliada. Duque de Caxias/Rio de Janeiro: Unigranrio Editora/Horizontal Editora, 2001.







