Adeus, Patrese! – P/188

À memória de Aparecido Antônio da Silva, que de maneira covarde é torturado e morto sem compaixão por seus próprios amigos de comunidade. Aos familiares, as nossas condolências. Adeus, Patrese! Carinhosamente foi chamado de Patrese, Andava ele entre nós, a ninguém fazia mal. Um destino amargo teve, cruel morte! Sem piedade, o homem tem triste…

Poesias Perdidas – P/187

Poesias Perdidas Escrevi estrofes rebuscadas que o tempo consumiu: Poesias inspiradas. A decepção em tê-las perdido Nalgum armário. Só sei que ninguém mais as viu! São tantas delas e agora fico assim confundido. Temas variados. Meu Deus, por que isso ocorre? Falando de amor, de solidão e de tragédia… Me lembro de uma mãe chorando…

Círculo de Oração – P/186

Círculo de Oração Nos céus o fulgor etéreo transpassa Também todo o avesso do meu ser… Na alegria do semblante das santas irmãs Que a Deus clamam sempre, e às manhãs No anelo da alma, clamam ao Deus de Poder. Batalhadoras da oração, numa incessante luta… Línguas de fogo repousam sobre suas vidas… Súplicas ao…

Ele Está Morto – P/180

Luiz Daniel Priscinato Júnior, vítima de um acidente automobilístico, deixa num papel algumas expressões poéticas, organizadas neste poema. Ele está morto “Parem os relógios, cortem o telefone, Impeçam o cão de latir, silenciem os pianos. E como um toque de tambor, tragam o caixão. ”Venham os pranteadores,Voem em círculo os aviões… Escrevendo no céu a…