INDIGNAÇÃO DO SERVO – Palavras de quem realmente tem capacidade e quer servir melhor à Causa do Mestre, mas sente o declínio no Templo Sagrado. Diz ele: “Nobre Ir. Jairo De Lima Alves, me calar, diante do estado deplorável em que se encontra a minha geração de pregadores, é o mesmo que compactuar com a falta de sensatez e temor ao expor as verdades inegociáveis do Evangelho de Cristo.” Lamentavelmente, prezado Cristian, é isso que se vê nestes dias difíceis.
QUESTÃO DOS ROYALTIES – Apenas Mundo Novo, em Mato Grosso do Sul, participa da distribuição generosa dos royalties da Itaipu. Os demais municípios de MS trabalham com recursos do FPM, ICMS e outras receitas. No entanto, a maior justificativa que os gestores daqui encontram para justificar o atraso nos pagamentos a fornecedores é a falta desses benditos royalties. Na verdade, o que falta mesmo é uma boa gestão, como fazem alguns municípios vizinhos.
PROBLEMA DE GESTÃO – A maior dificuldade que um gestor tem é montar uma equipe capaz. Quando isso ocorre, a gestão flui naturalmente. Gestão pessoal, gestão em família, gestão empresarial, gestão pública. Sem gestão eficiente, nada de bom acontece e tudo fica engessado. Quando a gestão não é exercida como convém, as coisas ficam emperradas e nada funciona como deveria funcionar. Mundo Novo não tá muito bem, mas pode melhorar, se houver esforço concentrado de nossos gestores. Esperar mudanças a partir de 2019.
OUTRAS CIDADES – Nunca é bom estabelecer comparação, visto que cada município possui as suas peculiaridades, mas sempre faz bem refrescar a memória de alguns, que podem acordar para a nossa dura realidade. Eldorado, que sempre foi um município mal administrado, tem hoje gestão satisfatória, com o prefeito Léo. Japorã termina o ano com dinheiro em caixa e com as contas pagas. Itaquiraí é a mesma coisa: tem honrado os compromissos com precisão. Então, só para citar alguns vizinhos. Sem royalties, mas com controle, honram todos os compromissos.
SEM ESTRATÉGIA – Não existe caminho difícil; existe caminho certo. Poucos encontram esse Caminho. Quando se está perdido, prevalece a incoerência e a falta de sensibilidade. Na política é assim também. Sem rumo, o gestor desorientado comete suicídio eleitoral e não obedece nenhuma regra que lhe sirva de estratégia num momento quando menos se espera. A comunidade já conhece as manobras de alguns “espertalhões”, que após o fracasso, choraram amargamente. “Errar é humano, persistir no erro é burrice”, é o jargão muito conhecido de todos.
AVISO AOS NAVEGANTES – “A pessoa sábia, e que vive no Espírito, nunca será enganada, por quem quer que seja.” ( Jairo de Lima Alves)







