Nas noites frias e muito compridas,
as elucubrações fazem perder o sono:
são os fantasmas que causam medo,
mas os projetos dão alento ao seu dono.
Elucubrações da noite às vezes perturbam;
as horas demoram passar, tudo é solidão!
A mente irrequieta traz tortura à pobre alma,
que até chora por não entender a maldição.
Elucubrações inibem os sonhos do poeta,
sem imaginar, que talvez seja um desvario.
Juntando palavras, vai rimando devagar,
o tempo também vai passando. Ele sentiu!
Noites e mais noites em claro, sono acabou!
Ninguém pode entender tanta dor assim…
olhos abertos o tempo todo, novo dia vem.
Elucubrações terminam, novas metas enfim.








