Numa pequena ‘chácara’ que ficava perto da cidade de Querência do Norte, residia o Zeca, paralítico e com ligeira ‘demência’. Fazia parte da família Brito e possuía relativa inteligência, pois sabia discernir as coisas. No ano de 1965, numa noite qualquer, aparece um grupo de pessoas afeiçoadas e bem ‘vestidas’, trazendo uma mensagem de cura ao rapaz. Ao término da pregação, foi dirigido um convite à família presente, para ‘aceitar’ o evangelho. Todos, sem entender, deram o ‘sinal’ de ‘aceitação’, inclusive o Zeca. Tempo depois, a comissão de visita da ‘denominação’ pentecostal veio para ‘confirmar’ as decisões. Frustrada a ‘iniciativa’, apenas o Zeca continuou afirmando a condição de novo convertido. Sem nunca ter recebido o necessário ‘discipulado’, o rapaz morreu meses depois, demonstrando sua fé em Jesus de Nazaré. A ‘semente’ plantada germinou anos após, com a ‘conversão’ de seus tios, num lugar distante dali. Acredita-se que Zeca ressuscitará no último dia, em corpo ‘glorificado’ e livre da paralisia que o perseguia desde a infância.








