O tempo corre de maneira veloz e nada mais é como antigamente. A vida era ‘agitada’, eventos importantes quase todos os dias. Os convites eram ‘frequentes’, com muita ‘badalação.’ De repente, tudo fica ‘escasso’, o que era já não é mais. O anonimato faz morada num recanto, juntamente com a solidão. De quando em vez, um velho amigo chega para ‘jogar’ conversa fora. Um sacerdote, talvez, também saudoso, porque a vida passou depressa. A realidade é essa e não convém se queixar, pois os tempos são outros. Resta, portanto, a resignação, que deve ser ‘adotada’ como fiel companheira. Festas e solenidades acontecem, sem a presença de quem, num passado não muito distante, participava de ‘holofotes’ em intensa atividade social. Porém, é preciso entender que, “o tempo é ingrato e não pára”, e como muitos vultos da história, a tendência natural após a terceira idade, é buscar ‘viver bem’ sem esquecer as verdadeiras amizades como um ‘trunfo’ da vida.








