VIDA DE DITADOR – Todo ditador não tem muita sorte. A história faz importantes ‘registros’ e ninguém deveria ignorar estes grandes fatos. Basta lembrar de alguns ‘imperadores’ romanos e outros do Oriente Médio. O Brasil já viveu também tempos de ditadura e também alguns países da América Latina. Todos os ditadores, sem exceção, tiveram um fim ‘trágico’. Nem é preciso ‘nominar’ tantos tiranos da história antiga, e da recente.
VIDA NACIONAL – O Brasil vive mais um importante momento em sua ‘história’, após tantos episódios ‘desconhecidos’ das massas populares. É preciso ‘recordar’ as eras Vargas, JK, Revolução de 1964 e a morte
de Tancredo Neves. Após as eleições de 30 de outubro, o País vive momentos conturbados com as manifestações, enquanto aguarda as decisões das FFAA trazendo relatórios e um alento para os patriotas.
NINGUÉM ESCAPA – Hitler e Mussolini tiveram um triste fim, após as atrocidades cometidas durante a segunda guerra mundial, assim como tantos outros ditadores em diferentes partes do mundo. Os opressores de plantão imaginam-se os ‘donos do mundo”, até parece que não têm memória. Quando menos esperam, virá uma repentina destruição, levando-os para uma cova bem funda. É esse o destino para todas as pessoas, mas alguns homens morrem comidos de bicho.
COM DEUS NÃO SE BRINCA – Jacques De Molay amaldiçoou o papa Clemente V, o rei Filipe IV e todos os seus descendentes, no ano de 1314, na França. Jacques foi queimado na fogueira, mas eles morreram no tempo determinado pelo príncipe dos filósofos. A maldição lançada por Jacques De Molay – Amarrado na estaca com o fogo começando a arder sob seus pés, Jacques De Molay gritou em direção ao rei Filipe IV, o Belo: “Todos vocês serão amaldiçoados até a 13ª geração”. Quarenta e dois dias depois, morreu o papa Clemente V (20 de abril de 1314). O rei Filipe IV, teve um derrame cerebral fulminante em novembro daquele ano, seis meses depois da morte do mestre templário, em 29 de novembro de 1314.






