Entre as páginas 444 e 450, mais uma vez é reforçada a ideia de saciar a sede, quando o escritor dá ênfase ao assunto, mostrando a espiritualidade do povo de Deus, na caminhada para o céu.
No início de Seu ministério mortal, o Salvador e Seus discípulos passaram por Samaria, quando viajavam da Judeia para a Galileia. Cansados, famintos e sedentos por causa da viagem, sentaram-se junto à fonte de Jacó, na cidade de Sicar. Enquanto os discípulos saíam para comprar comida, o Salvador permaneceu junto à fonte e pediu um pouco d’água a uma mulher samaritana que havia ido tirar água do poço. Como os judeus e samaritanos odiavam-se a ponto de não se falarem, a mulher respondeu ao pedido do Salvador com uma pergunta: “Como, sendo tu judeu, me pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana?”1
O Salvador utilizou este simples encontro na fonte para ensinar verdades vigorosas e eternas. Embora cansado e com sede, o Mestre aproveitou esta oportunidade para atestar Seu papel divino como Redentor do mundo e proclamar peremptoriamente Sua verdadeira identidade como o Messias há muito prometido. Com paciência, porém bondosamente, respondeu à mulher: “Se tu conheceras o dom de Deus, e quem é o que te diz: Dá-me de beber, tu lhe pedirias, e Ele te daria água viva.”
Jesus promete matar a sede dos sedentos de salvação, quando diz à samaritana: “… aquele que beber da água que Eu lhe der nunca terá sede, porque a água que Eu lhe der se fará nele uma fonte de água viva que salte para a vida eterna.”








