Mês de maio no Vaticano, as gaivotas revoavam,
a fumaça esperavam; na praça, grande multidão.:
Um novo pontificado surgiria na Capela Cistina!
A expectativa em Roma, bela notícia se aproxima:
Começam os escrutínios, vem logo a revelação…
Dizem que Pedro é o primeiro, ele é a ‘Pedra’?
O sinal foi dado pelos pássaros ali na chaminé!
Não importa o efeito da fala do mestre maior;
Os homens acreditam de forma cabal, no pior,
as gaivotas confirmam que o evento é de fé!…
Roma é a ‘cidade eterna’, o centro do mistério,
onde os ‘enigmas’ perturbam a mente humana.
O poder foi instalado depois dos imperadores;
a sucessão confirmada, no apogeu de horrores:
riqueza e muita glória, num lugar de má fama.
As gaivotas comparecem para anunciar a paz,
O mistério das gaivotas, então, serão revelados;
chegou o Leão XIV, que não é da tribo de Judá.
Momento solene, da outra América. Ele reinará!
Novos tempos da história, ali foram anunciados.
As gaivotas no conclave têm o símbolo da liberdade,
aparecem, de quando em vez, no barco do pescador;
seguem elas os navios, pela abundância nos mares…
no dia da decisão, as aves divinas povoam os ares!
Diante de um futuro incerto, do mundo em desamor.
Mundo Novo, 10 de maio de 2025
Jairo de Lima Alves








