Alma triste, sem rumo caminha,
depois de perder o primeiro amor.
Sofre as ‘agruras’ no mundo de dor;
sem guarida, pobre andorinha!
Vivia num pasto ‘verdejante’, muito feliz;
andava ‘cantando’ as belas canções…
certo dia, perdeu-se, lamentações…
longe do pastor amado, sentia-se infeliz!
Uma voz ‘suave’ ecoava bem distante:
voz ‘mansa’ de quem ama de verdade;
filho meu, Sou teu Deus de bondade!
‘desgarrada’, volta ao Pai, triunfante…
No ‘aconchego’ do lar paterno,
emoções invadem o aflito coração!
Recostado e humilde, pede perdão…
com a alma pura o amor sempiterno.
Jairo de Lima Alves
Mundo Novo, 22/02/22








