Quase Onipotência
Necessário é estarmos na verdade,
Carregando-a, aos quatro cantos…
Em todo o mundo, a quem passarà
frente, com os olhos em prantos.
Precisamos trafegar numa estrada,
Que seja de mão única, sem mágoa…
Com o travesseiro cheio de verdade,
Flores pelo caminho e límpida água.
O banho refrescante, de puro amor,
Deitarmos com a verdade, todo dia…
Nos lençóis alvos, com toda ternura,
Clamar a verdade em cada poesia.
Andar, levando a verdade somente
Na bagagem de nossa consciência…
Gravados na alma os belos textos,
A verdade é quase onipotência…
03.02.2008 – Jairo de Lima Alves









