Em todos os quadrantes da Terra, paraísos
a perder de vista; magnífico sol a brilhar…
mundos cantam sempre as glórias divinas
em uníssona nota; vozes de capela a ecoar.
Estrelas grandiosas irradiando luz perene,
uma delas, a Capela, maior que o nosso sol;
é de primeira grandeza, alfa da constelação
no hemisfério boreal, no orbe do arrebol.
As células desde os céus, miséria e maldade
o profeta anuncia terra de sombra e morte;
compreender a vida, seria missão do homem
no sistema de coisas; desde o Sul até o Norte.
Com o advento da Verdade, vem a revelação
à Humanidade; desde os primórdios a Luz…
… os capelinos em ação, passam os milênios!
O sublime Arquiteto recebe o Nome de Jesus.
Homens primitivos, as sucessivas gerações;
as etnias evoluindo, o Verbo é o Absoluto!
A tradição primordial permanece intacta
nos paralelos, diante do homem astuto.
O panorama é um vislumbre no Oriente
e também no Ocidente; desde o Himalaia
às fronteiras distantes, os mares encantam
com toda a ternura de belas ondas na praia.
Enfim, os capelinos se ajeitam, e dominam,
juntando-se aos rutas e atlantes, para viver.
O Livro de Enoque revela antes de tudo;
exegetas se perdem, sem quase nada saber.
13.02.2010 – Jairo de Lima Alves









