Não se deve magoar as pessoas
É muito comum, nos caminhos tortuosos da vida, por palavras ou ações, magoarmos as pessoas, às vezes inconscientemente. Quando menos esperamos, eis que surge à nossa frente um ser humano debilitado e sem qualquer tipo de defesa, que está precisando de nossa atenção, de nosso carinho, ou de qualquer forma de apoio pessoal. Como publicanos, passamos de largo, sem nos importarmos com “aquele irmão” indefeso, que nem sabe direito o que está querendo. É um ser humano que está ali, e com muita carência afetiva, precisa nem que seja de uma palavra amiga, talvez um abraço.
Mas tem também o caso dos caciques, que ávidos pelo poder temporal, arregimentam o apoio de lideranças, grandes e pequenas, que atuam como cabos eleitorais e candidatos distribuídos nas coligações partidárias. Alguns destes, os menos expressivos, esperam uma boa recompensa, o famoso “investimento” financeiro” para a dita campanha. Sem critérios, existem os majoritários que tentam iludir a todos, com as promessas eleitoreiras, e no caso dos “nanicos”, estes se expõem ao ridículo, à mercê de pequenas liberações que nunca chegam. Contribuem, com os votos que conseguirem, com a legenda que serve para eleger os mais fortes da Coligação. Sempre foi assim, e sem a reforma partidária, será sempre assim, imperando a desigualdade e o descaso da parte das Coordenações de Campanhas Eleitorais. No fim do jogo, alguma coisinha pode sobrar, quem sabe um emprego (ou um subemprego), se o Candidato Majoritário for o vencedor.









