Os jesuítas, famosos pela aplicação de métodos de educação inovadora, deixaram marcas profundas e um legado aos brasileiros. No entanto, praticaram eles, ao longo da trajetória histórica, algumas atrocidades e ações antagônicas, desconhecidas ainda, pelas massas humanas. O vibrante testemunho da prática nefasta de jesuítas, são as reduções jesuíticas no Rio Grande do Sul e noutras cidades do sudeste brasileiro, e também em terras paraguaias e argentinas. Entre 1609 a 1706, os jesuítas expandiram sua evangelização pela região de Tape, com a fundação dos povoados de Santo Tomé, São Miguel, São José, entre outros, na primeira fase missioneira. A proposta, sem dúvida, era formar um novo homem, mas com ideologia política e o massacre pela religião dominante. A presença dos jesuítas no Brasil foi importante, mas o objetivo dos religiosos era fortalecer a egrégora da Companhia de Jesus, comandada por Inácio de Loyola, dominando concomitantemente a América latina e boa parte da Europa, como os países da Península Ibérica. Os jesuítas realizaram algumas proezas no Brasil, mas alguns massacres também foram feitos, dizimando nações indígenas, em nome de Deus e da religião.








