Poema à memória do querido Irmão, Frutuoso.
Acordei de madrugada e recebi de Deus estas estrofes.
Hora de colher o fruto maduro, da árvore frutuosa;
aguarda o infinito para acolher a alma!
O choro já não convém, é tempo de descansar;
surge um anjo que o coração acalma.
Vida abundante e de muita paz;
o corpo desfalece, para repousar!
Deixa o legado de amor, que o mundo
desconhece, vai no céu morar!
Primavera florida, o tempo da colheita:
homem de coragem e fé!
Hora de partir, o fim já chegou…
vida de trabalho desde o amanhecer,
sempre de pé…
Irmão querido e mui amado, segue
à mansão divina!… viveu bem entre os mortais…
Frutuoso, um fruto sagrado, vai ao encontro de Deus,
junto aos seus… enfim, o descanso com os ancestrais.
Jairo De Lima Alves
Mundo Novo, 26 de outubro 2020








