19 de maio, mais uma noite de sono reparador, uma visão sublime, ao amanhecer o dia. Milhares de pessoas em fila indiana, aguardando o embarque num navio, cujo destino era desconhecido. Às margens, num grande lago, jazigos monumentais, com nomes de ruas, formando uma enorme cidade. Recepcionistas elegantes encaminhavam os passageiros para tomarem assentos. Um deles me chamou pelo nome, informando que a viagem seria maravilhosa. Minha amada estava comigo e, de repente, saiu da fila. Chega a seguir com um vaso de flores, bonitas e diferentes. Reclamando do incômodo, ela me dizia que as belas flores deveriam ser conduzidas até o fim da viagem. Diante deste quadro magnífico, e na imensidão de um mar sereno, voltei ao meu estado normal de consciência.








