Os profetas estão dizendo que ninguém terá fome e nem Guerra, e sim uma paz verdadeira. Os profetas referidos por Jeremias eram os falsos profetas, atuando em seu tempo, só com mentiras. A mensagem desses profetas eram opostas àquelas apresentadas por Jeremias. Então, clamava o profeta de Deus, se queixando da situação desigual em que ele vivia, sentindo-se solitário em meio às turbas. De fato, tão logo ele proclamava a Palavra de Deus a Judá e à cidade de Jerusalém, era sempre contrariado por seus opositores, que não falavam a verdade. (Jeremias 14.13).
Mas Deus, cheio de misericórdia, lhe responde, confirmando que em Seu nome os profetas falavam mentiras, mas eles seriam condenados diante da atitude contrária à vontade do Criador. Da mesmo maneira, existem nos meios espirituais os falsos profetas que, em nome da Divindade, proferem mentiras ao povo, falando e profetizando pela carne. Os profetas daquele tempo e também os de hoje seriam consumidos. Portanto, tu lhes dirás esta palavra: “… os meus olhos derramam lágrimas, noite e dia, porque a virgem, filha do meu povo, está ‘golpeada’, com Chagas dolorosas. (Jeremias 14.14-17).
O profeta ora em favor do povo na esperança de encontrar perdão, mas Deus responde com palavras de condenação. Jeremias ora novamente e Deus responde com uma condenação dos falsos profetas. Deus não ouvirá por causa da iniquidade de Seu povo. A palavra do Senhor, que veio a Jeremias, acerca da grande seca. Anda chorando Judá, e as suas portas estão enfraquecidas; andam de luto até o chão, e o clamor de Jerusalém vai subindo.
A falta de água afetava toda a vida na região e até os animais, criações sofriam por causa das ‘consequências’ da escassez da água. Sem água, não havia o pasto e sem o pasto, o gado morria.
Jeremias descrevendo um período de seca inclemente, proferiu essas palavras durante um período não especificado de seca devastadora em Judá. Juntamente com outras ‘maldições’ sobre a natureza, a seca era um dos castigos ameaçados pela lei de Moisés. Catástrofes naturais desse tipo também são associadas à guerra, como é o caso da narrativa.
O fato é que veio uma Palavra do Senhor a Jeremias específica sobre uma seca. A descrição de Judá é terrível e ela está chorando em busca de água, mas não a encontra de forma suficiente. Canaã dependia da água das chuvas que eram concedidas ou retidas pelo Criador.
O clamor do profeta Jeremias prossegue: “Entre os ídolos inúteis das nações, existe algum que possa trazer chuva? Podem os céus, por si mesmos, produzir chuvas copiosas? Somente tu o podes, Senhor, nosso Deus! Portanto, a nossa esperança está em ti, pois tu fazes todas essas coisas.” (Jeremias 14.22).








