Havia na igreja que estava em Antioquia alguns profetas e doutores, a saber: Barnabé e Simeão chamado Negro, e Lúcio, cireneu, e Manaém, que fora criado com Herodes, o tetrarca, e Saulo. E, servindo eles ao Senhor, e jejuando, disse o Espírito Santo: “Apartai-me a Barnabé e a Saulo para a Obra a que os tenho chamado.” (Atos 13.1,2).
Palavras de Paulo – E, a uns pôs Deus na Igreja, primeiramente apóstolos, em segundo lugar profetas, em terceiro doutores; depois milagres, depois dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas. (1 Coríntios 12.28). Para o que (digo a verdade, não minto), fui constituído pregador, apóstolo e doutor dos gentios na fé e na verdade. (1 Timóteo 2.7). Ele mesmo deu uns para apóstolos e outros para profetas; outros para evangelistas e outros para pastores e doutores, querendo o ‘aperfeiçoamento’ dos santos, para a Obra do ministério, para edificação do corpo de Cristo. (Efésios 4.11, 12).
De acordo cm o entendimento da Teologia Cristã, ‘profeta’ é aquele que anuncia a Palavra de Deus, que O tem em seu coração. O profeta é aquele que também denuncia as mentiras, desigualdades e injustiças.
Os profetas tinham dons especiais para transmitir mensagens de Deus para o Seu povo. Às vezes, eles prediziam o futuro (como Ágabo fez aqui, dizendo que estava para vir grande fome), mas o dom da profecia também era valorizado pelo seu papel na exortação, no incentivo e no fortalecimento do povo de Deus.
No tempo antigo, os profetas eram constituídos por Deus, com missão específica de profetizar. Só pode falar de Deus quem O escuta; só pode profetizar em nome d’Ele aquele a quem Ele se achega ao coração e se abre para ser, de fato, Seu anunciador onde quer que esteja. Sem dúvida, na atualidade existem ainda filhos do Altíssimo com o dom de profecia, para anunciar as boas novas ou ‘denunciar’ os erros na Congregação dos fiéis. É rara a manifestação do dom de profecia na Igreja, mas ele existe para levar conforto espiritual aos segudores de Jesus de Nazaré.








