O Papel da Mulher na Congregação
Deus tem um plano na vida da Mulher. Ninguém mais na Terra pode cumprir, porque é a mulher única aos olhos de Deus, para realizar os serviços que só ela sabe fazer. A tradição religiosa, de um modo geral, tem reprimido a mulher. Na política, a mulher ganhou o direito de votar há pouco tempo. Nas nações muçulmanas, a mulher é obrigada a cobrir o rosto e o corpo com longas vestes. Na igreja cristã, a teologia tradicional tirou duas declarações de Paulo e as usou para estabelecer uma doutrina que restringe a mulher ao silêncio e lhe proíbe qualquer iniciativa de liderança (I Co 14:34-35). A mulher é especial para Deus, projetada por Ele, com potencial ilimitado. Eva, a primeira mulher a ser criada por Deus (Gn 03:20), tem inspirado doutrinas severas contra a mulher e anulando o seu dinamismo”. Mas, se a desobediência de uma mulher resultou na queda da raça humana, não nos esqueçamos que foi a obediência de uma mulher que resultou na redenção da raça. Deus escolheu uma mulher como instrumento para a redenção, o perdão, e a salvação eterna. Uma mulher ficou sendo o meio de trazer alegria, paz, amor, consolo e realização à raça humana (Lc. 01:26-38). Maria Madalena, uma mulher de negócios, mas que chegou até Jesus e foi liberta por Ele – tornou-se sua seguidora, veio a Ele dar apoio, ajudava-O nos assuntos financeiros, estava presente ao lado da cruz, ajudou a preparar o corpo de Cristo para o sepultamento, estava presente quando Jesus ressuscitou, foi visitada por Ele, recebeu o seu recado e o transmitiu aos apóstolos; recebeu a plenitude do Espírito Santo no dia de Pentecostes e, obviamente, era mensageira e testemunha ungida de Jesus Cristo na igreja primitiva. Quando Jesus se torna o Senhor na vida da mulher, consegue fazer todas as coisas que Deus manda quando fala ao seu coração. Quando Jesus veio, raiou um novo dia para a mulher e para o homem igualmente. Perante o Criador, o homem e a mulher são iguais. Ambos são feitos à imagem e semelhança de Deus, razão que pela qual, são aptos para exercer as funções ministeriais na Congregação, desde tenham prévia autorização do respectivo Conselho de Anciãos ou do coselho pertinente.








