Palavras de Jesus – Então Jesus respondeu: “Não fui eu que os escolhi, os Doze? Todavia, um de vocês é um diabo!” E isto dizia Ele de Judas Iscariotes, filho de Simão; porque este o havia de entregar, sendo um dos doze. (Jo 6.70, 71). Evangelho de Marcos – E chegaram ao outro lado do mar, à província dos gadarenos. E, saindo Ele do barco, lhe saiu logo ao seu encontro, dos sepulcros, um homem com espírito imundo; o qual tinha a sua morada nos sepulcros, e nem ainda com cadeias o podia alguém prender; porque, tendo sido muitas vezes preso com grilhões e cadeias, as cadeias foram por ele feitas em pedaços, e os grilhões em migalhas, e ninguém o podia amansar. Andava sempre, de dia e de noite, clamando pelos montes, e pelos sepulcros, e ferindo-se com pedras. (Marcos 5.1-5).
Os demônios estão por aí, às vezes bem perto dos humanos. Eles ajudaram a tornar ‘realidade’ o que antes era fantasia e continuam a motivar a busca pelo que não foi encontrado até agora. É normal as pessoas pensarem que ‘demônios’ são seres de chifre, que atormentam e que causam pavor, chegando do inferno. Esses demônios tão assustadores, nasceram nas mentes de grandes ‘pensadores’, e vivem na literatura científica e filosófica. Alguns até se infiltraram na vida ‘cotidiana’ e não mostram sinais de querer sair dali. Trata-se dos demônios da ciência, criaturas que ocupam o ‘espaço’ das leis, teorias ou conceitos que ainda – com raras exceções -, ninguém conseguiu entender.
Na explicação da ‘sacerdotisa’ Diotima ao jovem filósofo Sócrates em O “Banquete de Platão”, eles habitam aquele lugar ‘intermediário’ entre deuses e homens, e entre sabedoria e ignorância. Esses demônios ‘imaginários’ geralmente são semelhantes aos humanos, mas com características exageradas. São um pouco mais ‘habilidosos’ ou maiores, ou menores ou mais rápidos ou mais sábios.








