Vaidade de vaidades, tudo é vaidade. Embora Salomão estivesse vivendo os últimos momentos debaixo da graça de Deus, ele proferiu as palavras emocionantes e verdadeiras sobre a vaidade dos homens. Salomão entregou em seus dias, uma poderosa mensagem evangélica, do jeito em que se encontra registrada no livro de Eclesiastes.
São enormes a decepção, a miséria e a desolação no fim da vida de algumas pessoas, que se acham donas do mundo, diante de algum poder efêmero que pensam ser eterno. Salomão, em toda a sabedoria que o Criador lhe deu, soube reconhecer suas fraquezas, com a expressão utilizada no livro do Pregador. O mundo inteiro precisa prestar atenção nas sábias palavras do rei, em momento de perplexidade e de uma vida com tanta fartura.
Salomão escreveu três mil provérbios, dos quais pouco menos de mil estão incluídos no livro de provérbios. Os que estão em Eclesiastes, são aqueles inspirados por Deus, contendo a excelsa sabedoria divina. Os demais, pertencem à sabedoria de Salomão. Portanto, embora sejam brilhantes, não seriam dignos da inclusão na Palavra de Deus. O conhecimento que Salomão deixou como legado em seu tempo, era o “conhecimento de Deus”, que transformou Israel na maior nação sobre a face da Terra.
Os versos 9 , 10 e 11 do primeiro capítulo de Eclesiastes dão ênfase às palavras do sábio, das quais a humanidade depende todos os dias. Senão, vejamos: “O que tem sido, isso é o que há de ser; e o que se tem feito, isso se tornará a fazer; nada há que seja novo debaixo do sol. Há alguma coisa de que se possa dizer: Vê, isto é novo? ela já existiu nos séculos que foram antes de nós. Já não há lembrança das gerações passadas; nem das gerações futuras haverá lembrança entre os que virão depois delas.”
Estas palavras estão presentes nas Escrituras, de Gênesis a Apocalipse, como verdades eternas. Elas começam com a expressão “no princípio Deus…” (Gn 1.1) e terminam com as palavras sagradas “… e a graça de Nosso Senhor Jesus Cristo seja com todos vós. Amém.” (Ap 22.21).
Os escritos humanos, embora sejam numerosos, cujos pensamentos enchem páginas e mais páginas de livros, não podem salvar ninguém, sendo que alguns deles contribuem para produzir o cansaço. As palavras inspiradas servem para aliviar a dor da alma, são deleitosas, refrigeram a alma do cansado e oprimido e promovem a salvação, mediante a fé no Filho de Deus.








