Pensamento – 16.115
“Um mérito inegável da poesia: ela diz mais e em menor número de palavras que a prosa.” (Voltaire)
“Um mérito inegável da poesia: ela diz mais e em menor número de palavras que a prosa.” (Voltaire)
“A natureza é o único livro que oferece um conteúdo valioso em todas as suas folhas.” (Goethe)
“Se você quer transformar o mundo, experimente primeiro promover o seu aperfeiçoamento pessoal e realizar inovações no seu próprio interior. Estas atitudes se refletirão em mudanças positivas no seu ambiente familiar. Deste ponto em diante, as mudanças se expandirão em proporções cada vez maiores. Tudo o que fazemos produz efeito, causa algum impacto.” (Dalai Lama)
Benedito Seviero Benedito Onofre Seviero, nasceu no dia 20 de outubro de 1931 na cidade de Boa Esperança do Sul, interior do estado de São Paulo. Começou compor aos 18 anos. Sua primeira música composta em 1949 foi “Santa Cruz da Serra” e gravada em 1952; uma lembrança das santas missões realizada em 1949…
“Quando a velhice chegar, aceita-a, ama-a . Ela é abundante em prazeres se souberes amá-la. Os anos que vão gradualmente declinando estão entre os mais doces da vida de um homem, mesmo quando tenhas alcançado o limite extremo dos aos, estes ainda reservam prazeres.” (Sêneca)
“O melhor modo de vingar-se de um inimigo, é não se assemelhar a ele.” (Marco Aurélio)
“Antes a reprovação por um gênio do que um louvor de um idiota.” (Marco Aurélio)
“Porque se a herança provém da lei, já não provém da promessa; mas Deus pela promessa a deu gratuitamente a Abraão.” (Gálatas 3.18) O Ideal para todo Ser Humano seria Andar com Deus, trilhando os Caminhos do Amor e da Paz. Nem todos conseguem ter uma Vida Consagrada, vivendo em Novidade de Vida, de acordo…
“Sábio é o ser humano que tem coragem de ir diante do espelho da sua alma para reconhecer seus erros e fracassos e utilizá-los para plantar as mais belas sementes no terreno de sua inteligência.” (Augusto Cury)
“A timidez é uma condição alheia ao coração, uma categoria, uma dimensão que desemboca na solidão.” (Pablo Neruda)